segunda-feira, 14 de dezembro de 2009


Esta tabela explica-nos resumidamente os vários acontecimentos, o período, e a era em que os vários acontecimentos na Terra ;)

Origem da vida na Terra

A Terra existe há cerca de 4600 anos e ao inicio estava em consatante ebulição.





Tudo começou com o arrefecimento da Terra formando assim a crosta terrestre.




Seguiu-se um período de intenso vulcanismo na Terra, os gases libertados por esses vulcões formaram a atmosfera primitiva.






Esta atmosfera libertou muito vapor de água o que fez com que chuvesse durante muitos anos, formando assim as primeiras poças e lagos de água.




Estas poças estavam enriquecidas com importantes elementos quimicos.

O azoto, o carbono, o oxigénio e o hidrogénio agruparam-se e formaram assim as primeiras proteínas que se agruparam formando os primeiros coacervados.



Devido às descargas eléctricas causadas pelas tempestades e chuvas intensas transformaram estes coacervados nas cieno bactérias actuais.









Estes seres vivos realizavam a fotossíntese libertando assim o oxigénio para a Terra.





sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Processos de Fossilização

Existem vários processos de fossilização.



Incrustação: Ocorre quando substâncias trazidas pela água se infiltram no subsolo e revestem um animal ou planta.



Mineralização: Ocorre quando substâncias minerais são depositadas em cavidades como ossos e troncos.



Recristalização: Ocorre quando há um rearranjo da estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe assim mais estabilidade.



Carbonificação: Ocorre quando há perdas de substâncias voltáveis restando apenas uma película de carbono.



Mumificação: É o processo mais raro de fossilização. Ocorre quando um ser vivo fica aprisionado em gelo ou âmbar conservando assim as suas partes moles.



Moldagem: É o processo mais vulgar da fossilização. Ocorre quando há um preenchimento externo das partes duras de um ser vivo por sedimentos ou há uma moldagem externa das mesmas.

Fósseis:

Os fosséis são vestigios, restos ou marcas de seres vivos que ficaram preservados numa rocha.
A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia, e o palentologo é a pessoa que estuda os fósseis.

Os fosséis são muito importantes:

-servem para estudar a evolução das espécies
-são importantes na economia- combustiveis fósseis (petróleo e gás)

Existem dois tipos de fósseis

-os de idade (servem para datar um ser vivo, para ser um fóssil de idade tem de a espécie ter vivido num curto espaço de tempo e um pouco por todo o mundo)

-os fáceis ( Caractrizam o meio ambiente onde um determinado ser vivo, viveu)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Morfologia dos oceanos:

(Definições):

Plataforma continental: é um declive pouco acentuado que prolonga os continentes para baixo das águas oceânicas, chega a atingir 300 m.

Talude Continental: é um declive a seguir à plataforma continental, até 4000m de profundidade, marca a separação da crosta oceânica e continental.

Planície abissal: é o fundo oceânico, é uma zona plana a 4500 metros situada a seguir ao talude continental, mas em certas zonas apresenta elevações significativas que ao virem ao de cima formam ilhas.

Dorsal Oceânica: são cordilheiras montanhosas constituidas por cristas aguçadas alinhadas de um lado e do outro da zona central, o rifte.

Rifte: É um sulco profundo e estreito ( com mais de 2000m de profundidade), situa-se no meio das dorsais, e permanentemente saem de lá materiais que renovam a crosta oceânica.

Fossas Abissais: são depressões no seguimento do talude continental, são zonas compridas e estreitas a 6000 metros de profundidade. Constituem grandes bacias de sedimentação. São zonas de grande destruição na crosta oceânica.


Aqui fica uma imagem da morfologia dos fundos oceânicos

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Deriva Continental


Alfred L. Wegener no século XX propôs a teoria da deriva continental.
Esta teoria diz que há muitos milhões de anos atrás, os continentes estavam todos juntos formando assim um único continente que se chamava Pangea rodeado por um super oceano chamado Pantalassa. Essa teoria não conseguiu ser provada pois ninguém conseguiu explicar os mecanismos com que os continentes se afastaram.
Na 2ª guerra mundial(finais do sec.XX) através de sonares instalados em barcos, esta teoria foi provada.

Provas da teoria da deriva continental:

-Os contornos dos continentes encaixavam perfeitamente (dados geográficos)
-Foram encontrados fosseis de animais da mesma espécie e idade em continentes diferentes (dados paleontológicos)
-Foram encontradas rochas iguais e da mesma idade em continentes diferentes (dados petrológicos)

Dobras e Falhas

Dobras:

Dobras: As dobras são deformações terrestres originadas por forças compressivas lentas e a altas temperaturas.
Existem vários tipos de dobras: anticlinal, sinclinal, deitada e dobra-falha.
Todas as dobras são compostas por uma charneira e dois flancos.





Exemplo de dobra Sinclinal











Exemplo de dobra Anticlinal















Exemplo de uma dobra deitada (se a força for maior de um dos lados)





Exemplo de uma dobra-falha (Quando o material rochoso chega ao seu limite de elasticidade e plasticidade torna-se uma dobra-falha)




Falhas:

As falhas são fracturas nas rochas originadas por forças compressivas ou distensivas, a temperaturas baixas ou altas em movimentos bruscos.
Existem falhas normais, inversas, e falhas de desligamento horizontais ou verticais.








Exemplo de uma falha normal -forças distensivas









Exemplo de uma falha inversa –força compressiva







Exemplo de falha de desligamento, 90º não conseguimos destingir a força (horizontal)






Esta imagem mostra-nos uma paisagem originada por falhas (horst e graben)